segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

SITA completes vital upgrade to Brazil’s air-ground data link communications

SITA completes vital upgrade to Brazil’s air-ground data link communications

SITA has completed a vital upgrade to Brazil’s air-ground data link communications system as the country embarks on a major air traffic management modernization programme in advance of hosting both the Olympic Games and the FIFA World Cup in coming years.

Brigadier Ramon, Director General of the Brazilian Air Space Control Department (DECEA) said: “DECEA is extremely pleased at the speed with which SITA has upgraded our existing Aircraft Communications Addressing and Reporting System and ensured back-up services in case of any failure. It is vital for our air safety that we have a fault-tolerant aeronautical air/ground data link processor platform at the heart of our DATACOM air/ground communications system.

“This accomplishment further enhances our confidence in SITA as a trusted partner and one that will support DECEA to meet our future requirements as we continue with the execution of our plans to complete the modernization of the air traffic control infrastructure in preparation for growth particularly as the country looks forward to hosting both the World Cup and the Olympic Games.”

The original processor platform, supplied by SITA in 1995, had reached the end of its useful life. The further and complete modernization of DATACOM system infrastructure with ICAO Aeronautical Telecommunication Network compliant technology, VDL Mode 2 ground stations and expansion of VHF coverage is planned to be completed by 2011, according to DECEA plans.

The DATACOM system, which includes 27 VHF data link stations deployed across Brazil, is used by DECEA to enable the exchange of Air Traffic Control data link messages between aircraft and its air traffic controllers. DATACOM also enables data exchange between aircraft and their airline operational centers to enhance and support aircraft operations through communications links in place with SITA.

SITA, as the original supplier of the DATACOM system, is uniquely positioned to provide DECEA with backup services that allow that all ACARS traffic generated through the DATACOM network be routed in a transparent and seamless way to SITA’s data link processors in case of DATACOM failure; this assures the highest service availability levels in Brazil.

In parallel, SITA has also been contracted to upgrade DECEA’s Digital-Automatic Terminal Information Service (D-ATIS) systems deployed at Sao Paulo and Rio de Janeiro international airports in addition to the central ATIS servers (CATS) which will allow expansion to other Brazilian airports.

Akhil Sharma, SITA’s Head of Air Traffic Management said: “We are pleased to have met DECEA’s demanding timescales for this initial system upgrade; this was achieved without disruption to the DATACOM service. As the only data link service provider owned by the airlines, SITA is well aware of the need to maintain the highest levels of service availability in Brazil to enhance flight operations and to ensure the delivery of ATC data link enabled applications such as Departure Clearance and Digital ATIS.”

JORNAL DO BRASIL : Uma boa notícia para quem cruza o oceano

JORNAL DO BRASIL : Uma boa notícia para quem cruza o oceano

O misterioso silêncio de rádio no desaparecido voo AF447 lançou uma sombra de desconfiança em torno do nível de segurança nas pernas transoceânicas. Da mesma forma, a colisão entre o Legacy americano e o Boeing da Gol em Mato Grosso também teve gaps de comunicação que suscitaram dúvidas sobre a eficiência e o nível do controle de tráfego.

No caso do A330, o sumiço ocorreu em um ponto do Atlântico no qual o ATC de Recife já não o considerava mais sob sua jurisdição e no limite do alcance para o controle de Dacar, no Senegal. Existem as mensagens automáticas enviadas pelo computador (ACARS) ao QG da Air France no aeroporto Charles de Gaulle. Sobre conversas de rádio e eventuais pedidos de socorro, nenhuma comunicação foi captada. Até onde se sabe.

Já no episódio do Mato Grosso, a região onde ocorreu o choque igualmente é conhecida por apresentar pontos “mortos”, nos quais a comunicação é difícil ou impraticável. Na época, nos dois casos, alguns mais mal-intencionados apressaram-se em atribuir o desastre a suposta fragilidade técnica do controle brasileiro, o que é só meia verdade.

A comunicação funciona, mas as condições no meio do oceano ou sobre a floresta amazônica são complexas, principalmente porque o Brasil baseia esse sistema em estações de VHF e não em satélites. A boa notícia é que esse cenário mudará com a conclusão de um upgrade na comunicação terra-ar (data links) operada no país. O trabalho incluiu também o reforço nos back ups em caso de falhas. Essa parte, de acordo com o DECEA, é vital para a principal plataforma de processamento de dados, o coração do DATACOM.

A modernização foi solicitada no fim de 2009. Foi conduzido junto ao Departamento de Controle de Tráfego Aéreo da Aeronáutica (DECEA) pela SITA, empresa do grupo EADS – o mesmo que faz os Airbus – oficialmente com vistas ao aumento de tráfego na Copa de 2014 e das Olimpiadas de 2016. Mas ainda na esteira do impacto com o desastre com o AF447.

O processo não acaba com o upgrade. Como a SITA é a única fornecedora desse tipo de equipamento e dos seus softwares ao Brasil, novas etapas de modernização estão previstas até que todo o sistema possa estar como novo. Segundo a SITA, a plataforma original que o Brasil utiliza foi fabricada em 1995 e atingiu o limite de vida útil.

O trabalho significou uma adequação completa da infra-estrutura aos padrões de tecnologia previstos pela ICAO, organismo que normatiza a aviação comercial no mundo. O sistema, nesse caso, compreende as estações de terra VDL Mode 2 e a expansão da cobertura de rádio em VHF.Todo o processo deverá estar concluído, de acordo com os planos, em 2011.

O DATACOM inclui 27 estações datalink de VHF em todo o Brasil e é o responsável por conduzir o tráfego de comunicação entre os controladores e as aeronaves. Igualmente permite a troca de mensagens entre os jatos e os centros de operação das empresas – ACARS. No sistema novo, em caso de falha os alertas continuarão sendo enviados via processadores da SITA.

O DECEA também acionou a SITA para o upgrade do DigitalAutomatic Terminal Information Service (D-ATIS), sistema de comunicação existente nos aeroportos do Galeão e de Cumbica, responsável, entre outras coisas, por liberar as aeronaves (Departure Clearance). O trabalho permite que haja uma expansão dessa plataforma para outros aeroportos brasileiros. São novidades que não aparecem, mas que certamente tornam as operações muito mais seguras.

ATC Brasil confirma que :

1) No caso do A330, o sumiço ocorreu em um ponto do Atlântico no qual o ATC de Recife já não o considerava mais sob sua jurisdição e no limite do alcance para o controle de Dacar, no Senegal.

O A330 da Air France caiu no espaço aéreo controlado, e sendo sob juridição do ATC de Recife. Não tem nenhuma duvida disto.

2) Na época, nos dois casos, alguns mais mal-intencionados apressaram-se em atribuir o desastre a suposta fragilidade técnica do controle brasileiro, o que é só meia verdade.

Quando tem acidentes não só se fala de causas do acidente, mais também de « fatores contribuintes ». Não tem nenhuma duvida que as comunicações e a técnica do centro de Brasilia fizeram parte disto.

3) O trabalho incluiu também o reforço nos back ups em caso de falhas.

Boa noticia! Desde 2006 isto foi dito e identificado sendo um problema de segurança.

4) Segundo a SITA, a plataforma original que o Brasil utiliza foi fabricada em 1995 e atingiu o limite de vida útil.

A plataforma SITTI da Italia era ja fora da modernidade em 2006 (colisão Gol-jato Legacy).

5) O sistema, nesse caso, compreende as estações de terra VDL Mode 2 e a expansão da cobertura de rádio em VHF.Todo o processo deverá estar concluído, de acordo com os planos, em 2011.

Afirmação errada como VDL Mode 2 vem de VHF. Então a cobertura desta tecnologia não é melhor do que VHF. Necessita-se estações de retransmissão por aumentar o alcance.