segunda-feira, 25 de maio de 2009

Aviaçáo do país é bem avaliada em teste global

Brasil: Aviação do país é bem avaliada em teste global – 21/05/09

A segurança da aviação civil no Brasil recebeu a quinta melhor nota entre os países do G20 - grupo que reúne as sete economias mais desenvolvidas do mundo e as principais nações emergentes.

A auditoria da Organização de Aviação Civil Internacional foi a primeira desde a crise aérea no país, entre os anos de 2006 e 2007. A entidade avaliou o grau de adequação do setor às recomendações de segurança de voo e de operações em terra. Foram inspecionados a Agência Nacional de Aviação Civil, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo. A avaliação rendeu ao Brasil 87,3 pontos. Quase 125 nações já foram auditadas. O trabalho não tem caráter punitivo e serve apenas para ajudar a identificar problemas.

Narração de Anne Lottermann.


AVIAÇÃO BRASIL

Aviação civil brasileira está a um passo do reconhecimento internacional

Auditores da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI, sigla em português) visitaram o Aeroporto Internacional de Brasília/Juscelino Kubistchek (DF) e elogiaram as instalações da seção contra-incêndio, os procedimentos e testes práticos para acionamento do corpo de bombeiros e da torre de controle. Também foram averiguadas pistas, pátios, taxi-ways e demais áreas.

A vistoria foi realizada dentro do Programa Universal de Auditorias da Vigilância da Segurança Operacional (USOAP, sigla em inglês), da OACI. O Brasil é membro dessa organização e o Aeroporto de Brasília está inserido no processo de certificação operacional de aeroportos pela Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC. tendo recebido o Certificado Operacional provisório em 2008. Os aeroportos de Brasília e de Curitiba foram escolhidos pela OACI para a avaliação, mas os certificados operacionais também foram concedidos pela ANAC aos aeroportos do Rio de Janeiro (Galeão), Manaus (Eduardo Gomes), São Paulo (Guarulhos), Brasília (JK), Recife (Guararapes), Belém (Val de Cans) e Porto Alegre (Salgado Filho).

Em Brasília, o superintendente do aeroporto, Abibe Ferreira Junior, acompanhou a análise e está otimista com os possíveis resultados. “O Brasil não possui nenhum aeroporto certificado, pela OACI, até hoje. Se formos aprovados, será um marco de qualidade para o sistema brasileiro”, diz.

O certificado operacional atesta que o aeroporto está de acordo com a legislação brasileira e dentro dos padrões de operacionalidade e segurança operacional. Abibe Ferreira explica que a partir do momento em que um aeroporto recebe esse certificado a responsabilidade aumenta: “a vigilância é maior porque se o aeroporto perde o certificado ele perde também os vôos internacionais”. Por outro lado, a manutenção do certificado propicia o aumento de vôos, atrai investimentos, diminui custos com seguradoras e aumenta a segurança e o conforto para os passageiros.

A vistoria durou um dia (12/5), mas a preparação do aeroporto ocorre há dois anos. O primeiro processo de inspeção foi em 2007. Um passo importante neste trabalho foi a criação da Gerência de Segurança Operacional, ligada diretamente à superintendência, que se encarregou de acompanhar as adequações necessárias. Além disso, a empresa investiu pesado em treinamento de funcionários e na alteração de procedimentos. E não é para menos. Uma avaliação positiva coloca o Brasil em posição privilegiada no contexto da aviação civil internacional.

A visita foi acompanhada também por representantes da ANAC e pelo diretor de Operações, João Márcio Jordão, e pelo superintendente de Gestão Operacional da Infraero, Marçal Goulart. “Naquilo que compete à Infraero, o Aeroporto Internacional de Brasília comprovou que está cumprindo o previsto na legislação", conclui Abibe Ferreira.


AVIÃO REVUE

JK pode receber certificado internacional

Organização da Aviação Civil Internacional inspeciona instalações do Aeroporto Internacional de Brasília

Auditores da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) visitaram, na última semana, o Aeroporto Internacional de Brasília para inspecionar algumas instalações do terminal aéreo para o Programa Universal de Auditorias da Vigilância da Segurança Operacional (USOAP).

Passaram pela inspeção as pistas, pátios, taxi-ways, a seção contra-incêndio e os procedimentos e testes práticos para acionamento do corpo de bombeiros e da torre de controle.

“O Brasil não possui nenhum aeroporto certificado pela OACI até hoje. Se formos aprovados, será um marco de qualidade para o sistema brasileiro”, afirmou Abibe Ferreira Junior, Superintendente da unidade.

O certificado operacional emitido pela OACI atesta que o aeroporto está cumprindo a legislação brasileira e que se encontra dentro dos padrões de segurança operacional. Segundo Ferreira Junior, a certificação proporciona maior movimento ao aeroporto, atrai investimentos, diminui custos com seguradoras e aumenta a segurança e o conforto para os passageiros.

Fernando Fischer



JORNAL BRASILTURIS

AUDITORIA nos aeroportos de Brasilia e Curitiba


CURITIBA - A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) vistoriou durante o dia de hoje (sexta,8) as instalações e equipamentos do aeroporto internacional Afonso Pena. Na terça (dia 12), será a vez do Aeroporto Internacional de Brasília. As duas avaliações têm o objetivo de aferir itens correspondentes à atuação da Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) e validar o Certificado Operacional concedido pela Agência a sete aeroportos da Rede Infraero.

As vistorias foram solicitadas pelo Governo brasileiro. No caso de aprovação, será emitido um certificado definitivo. Se houver itens a serem corrigidos, será estabelecido um prazo para adequação.

A certificação é importante para “garantir que os aeroportos estão inseridos em um padrão internacional de segurança”, como afirma o superintendente de gestão operacional da Infraero, Marçal Goulart. Desta forma, o aeroporto torna-se mais atrativo para instalação de empresas, investimentos e novos vôos.

Na capital do Paraná, o roteiro da visita teve uma apresentação do aeroporto para o auditor internacional, Ignacio Flores, com visitas às diversas gerências seguidas de uma vistoria ao sítio aeroportuário e uma reunião final para as considerações sobre o que foi observado.

Os sete aeroportos que receberam o certificado operacional da Anac, no ano passado, foram os do Rio de Janeiro (Galeão), Manaus (Eduardo Gomes), São Paulo (Guarulhos), Brasília (JK), Recife (Guararapes), Belém (Val de Cans) e Porto Alegre.

AE


Brasil fica em 5º no ranking de segurança da aviação civil – Jornal do Commercio

SÃO PAULO – A segurança da aviação civil no Brasil teve a quinta melhor nota entre os países do G20 – grupo das sete economias mais desenvolvidas do mundo e dos principais emergentes – que já passaram pela auditoria da Organização de Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês). A rigorosa inspeção, realizada entre os dias 4 e 15 deste mês, foi a primeira desde a crise aérea, em 2006/2007. Os 87,3 pontos obtidos pelo País – atribuídos pelo atendimento às regras de conformidade com as normas da Icao – colocaram a aviação civil nacional atrás apenas da Coreia do Sul, Canadá, França e Estados Unidos. Foram auditadas 124 nações. Até 2010, a Icao espera avaliar 190 países.
A meta da instituição é verificar o grau de adequação do setor às recomendações de segurança de voo e de operações em terra. O leque é amplo. Cobre desde o manejo de passageiros nos aeroportos até as regras para resgate de acidentados, recursos eletrônicos disponíveis e domínio de idiomas pelos operadores. A inspeção não tem caráter punitivo, serve só para ajudar a identificar problemas e incentivar os países a corrigi-los.

Ao longo de 12 dias, os oito emissários da Icao avaliaram o funcionamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Centro de Investigação e Prevenção de acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). Segundo fontes da Icao, as organizações militares – Cenipa e Decea – obtiveram as melhores notas.

Os serviços de navegação aérea do Decea foram considerados 95% de acordo com as expectativas, resultado melhor que o obtido isoladamente por EUA, Alemanha, Itália, Austrália e França. O desalinhamento de 5% envolve a fluência em inglês para equipes de busca e salvamento, além de questões específicas na gestão da segurança de operações e controle de qualidade nos serviços de informações aeronáuticas.

Responsável pela defesa e pelo controle do tráfego aéreo de aeronaves civis e militares, o órgão esteve no centro das discussões sobre o apagão aéreo no País entre 2006 e 2007. O acidente com o Boeing da Gol, que deixou 154 mortos em setembro de 2006, foi o estopim da crise. Acuados e insatisfeitos com as condições de trabalho, controladores de voo promoveram sucessivas operações-padrão, até se amotinarem, em março de 2007.

O Cenipa teve 96% de conformidade com o estabelecido pela Icao, mesmo patamar da European Aviation Safety Agency. A Anac não divulgou sua nota – pela média geral do País, conclui-se que tenha sido de 71 pontos, inferior às obtidas pelas repartições ligadas à Aeronáutica.



Sistema de aviação do País é bem avaliado em teste global - OESP

Entre 124 nações avaliadas por organismo internacional, Brasil conquistou 5.ª colocação

Roberto Godoy e Bruno Tavares

A segurança da aviação civil no Brasil teve a 5ª melhor nota entre os países do G20 - grupo das sete economias mais desenvolvidas do mundo e dos principais emergentes - que já passaram pela auditoria da Organização de Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês). A rigorosa inspeção, realizada entre os dias 4 e 15 deste mês, foi a primeira desde a crise aérea, em 2006/2007. Os 87,3 pontos obtidos pelo País - atribuídos pelo atendimento às regras de conformidade com as normas da Icao - colocaram a aviação civil nacional atrás apenas da Coreia do Sul, do Canadá, da França e dos Estados Unidos. Foram auditadas 124 nações. Até 2010 a Icao espera avaliar ter avaliado 190 países.

A meta da instituição é verificar o grau de adequação do setor às recomendações de segurança de voo e de operações em terra. O leque é amplo. Cobre desde o manejo de passageiros nos aeroportos até as regras para resgate de acidentados, recursos eletrônicos disponíveis e o domínio de idiomas pelos operadores. A inspeção não tem caráter punitivo, serve apenas para ajudar a identificar problemas e incentivar os países a corrigi-los.

Ao longo de 12 dias, os oito emissários da Icao avaliaram o funcionamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Centro de Investigação e Prevenção de acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). Segundo fontes da Icao ouvidas ontem pelo Estado, as organizações militares - Cenipa e Decea - obtiveram as melhores notas.

Os serviços de navegação aérea do Decea foram considerados 95% de acordo com as expectativas, resultado melhor que o obtido isoladamente por Estados Unidos, Alemanha, Itália, Austrália e França. O desalinhamento de 5% envolve a fluência em inglês para equipes de busca e salvamento, além de questões específicas na gestão da segurança de operações e controle de qualidade nos serviços de informações aeronáuticas.

Responsável pela defesa e pelo controle do tráfego aéreo de aeronaves civis e militares, o órgão esteve no centro das discussões sobre o apagão aéreo vivido pelo País entre 2006 e 2007. O acidente com o Boeing da Gol, que deixou 154 mortos em setembro de 2006, foi o estopim da crise. Acuados e insatisfeitos com as condições de trabalho, controladores de voo promoveram sucessivas operações-padrão, até se amotinarem, em março de 2007. "Diante de tudo o que aconteceu no passado, foi um resultado muito bom", avaliou um oficial que passou pelo Decea.

O Cenipa teve 96% de conformidade com o estabelecido pela Icao, mesmo patamar ocupado pela European Aviation Safety Agency. A Anac não divulgou sua nota - pela média geral do País, conclui-se que tenha sido de 71 pontos, inferior às obtidas pelas repartições ligadas à Aeronáutica. O Estado apurou que três itens - aeródromos, aeronavegabilidade e homologações e legislação - ajudaram a derrubar a pontuação da agência. Quase 30 aeroportos apresentaram desconformidades, caso do Santos Dumont, no Rio, que não tem área de escape para os aviões. Também foram apontadas cerca de 10 normas de aeronavegabilidade e de homologação de aeronaves que não estão de acordo com a legislação internacional. Os problemas de legislação envolvem a concessão de licenças de pessoal, como mecânicos de aviação.

DESEMPENHO

Cenipa: Também ligado à Aeronáutica, é o órgão central de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos do País
Nota: 96

Decea: Subordinado ao Comando da Aeronáutica, gerencia recursos humanos e equipamentos empregados no controle do tráfego aéreo civil e militar, além de atuar na defesa do espaço aéreo
Nota: 95

Anac: A agência reguladora tem a missão de zelar pelo interesse dos passageiros, preservar o equilíbrio econômico do setor, estabelecer regimes tarifários, aprovar planos diretores de aeroportos
Nota: 71

11 comentários:

Anônimo disse...

PART I

Caros brasileiros e brasileiras usuários do transporte aéreo, Controladores e Controladoras de Tráfego Aéreo NÃO-OMISSOS e demais curiosos que também não acreditam em meias-verdades ou meias-mentiras. Nossa explanação dar-se-á sobre o ocorrido com o TAM 8095, Miami – São Paulo, dia 25/05/09.

Temos de reconhecer: Temos um bom serviço meteorológico na vertente militar (DECEA). Provido por meio da divulgação de ‘produtos meteorológicos’ (METAR, SPECI, SIGMET TAF, AIRMET e outros), em especial, via REDEMET (intraer e internet).

http://www.redemet.aer.mil.br/

Pode, uma determinada tripulação, ficar sabendo em caráter antecipatório da informação meteorológica, entrando em contato com os seguintes meios (salvo algum esquecimento):

1) SALAS AIS – Salas de Informação Aeronáutica (informação oficial);
2) INTERNET – Sites especializados;
3) EMPRESAS AÉREAS – Radiofonia, via satélite;
4) VOLMET – Radiofonia dedicada exclusivamente a difusão meteorológica (informação oficial);
5) Órgãos ATC – Radiofonia onde se prestam os Serviços ATS (SERVIÇO DE TRÁFEGO AÉREO Expressão genérica que se aplica, segundo o caso, aos serviços de informação de vôo, alerta, assessoramento de tráfego aéreo, controle de tráfego aéreo - controle de área, controle de aproximação ou controle de aeródromo (informação oficial);

Dentre eles o - “SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VÔO - Serviço prestado com a finalidade de proporcionar avisos e informações úteis para a realização segura e eficiente dos vôos.”

Para entendermos quem tem direito ao que, explicaremos que o TAM 8095 voava em um espaço aéreo classificado como ‘A’ (ALFA) segundo texto da ICA 100-12, de 09 de abril de 2009. Infratranscrito:

“CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS
7.4.1 Os espaços aéreos ATS são classificados e designados alfabeticamente, de acordo com o seguinte:

a) Classe A - Somente vôos IFR são permitidos; TODOS OS VÔOS ESTÃO SUJEITOS AO SERVIÇO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO e são separados entre si.’

Aproveitamos para trazer ao vosso conhecimento algumas definições ligadas ao mundo da meteorologia aeronáutica. Retiramos os trechos a seguir da ICA – 105-12, de 01º de maio de 2009. Transcrevemos:

“2.1 O Serviço VOLMET prestado pelos CMV, através de radiofonia, visa proporcionar, de maneira eficiente, informações meteorológicas de interesse às aeronaves em vôo.

2.2 Os códigos METAR, SPECI e TAF, as mensagens SIGMET, AIRMET, Avisos de Aeródromo e de Cortante do Vento, e condições em rota (previstas e/ou observadas), serão transmitidas às aeronaves em vôo, SEMPRE QUE SOLICITADAS.

E mais, da ICA 100 -12, o que é SIGMET?

“INFORMAÇÃO SIGMET - Informação emitida por um órgão de vigilância meteorológica e relativa à existência, real ou prevista, de fenômenos meteorológicos em rotas especificadas, que possam afetar a segurança das operações de aeronaves.”

Sendo assim, aproveito para informar ao leitor uma rotina interna aos órgãos ATC. A divulgação antecipada de várias informações (dentre elas a meteorológica) a todos os controladores pode ocorrer:

1) Em um briefing geral;

2) Em um briefing regional;

3) Durante a passagem de serviço (ATCO para ATCO );

4) Ou, a qualquer momento, em uma ‘janela eletrônica’, no maravilhoso, no imbatível, no insuperável... console ’X-4000’. É, podem acreditar, há um meio de atualizar remotamente a informação meteorológica, mudando um quadro até então inalterado. Resumo da ópera:

Informações como as que você lerá abaixo (veiculadas sistemicamente no dia 25/05/09 pela REDEMET) chegaram aos órgãos ATC (gênero) e a seus setores laborais (espécies) com a antecedência necessária. Por alguns dos meios listados acima.

Anônimo disse...

PART II

25/05/2009 SBBS 251800 - 252200 SBBS SIGMET 2 VALID 251800/252200 SBBS - BRASILIA FIR EMBD TS OBS AND FCST IN OCADO PSN/QUITE PSN/ROCHO PSN/LOPES PSN/PREGO PSN/RORAX PSN/ OCADO PSN AREA TOP FL410 MOV E/SE 10KT INTSF=

25/05/2009 SBBS 252200 - 260200 SBBS SIGMET 5 VALID 252200/260200 SBBS - BRASILIA FIR EMBD TS OBS AT 2000Z IN OCADO PSN/VERME PSN/TUBO PSN/LOPES PSN/TOUPA PSN/OCADO PSN AREA TOP FL410 MOV ENE 06KT NC=

Face ao exposto o CECOMSAER, órgão de comunicação social do Comando da Aeronáutica publicou duas notas a respeito.

Primeiro a nota do dia 27/05/09.

“27/05/2009 - 14h31
Incidente Aeronáutico (turbulência)

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão de prevenção do Comando da Aeronáutica, iniciou os procedimentos previstos para investigar o incidente ocorrido com aeronave comercial brasileira que atravessou, na noite de ontem, uma zona de turbulência no Estado de São Paulo.

De acordo com o Anexo 13 da Convenção de Chicago, o trabalho do CENIPA tem como único objetivo a prevenção de acidentes e incidentes aeronáuticos, por meio de elaboração de recomendações de segurança.

TURBULÊNCIA (definição):

Movimentos irregulares e abruptos na atmosfera, causados pelo deslocamento de pequenos redemoinhos na corrente de ar. A turbulência atmosférica é causada por flutuações aleatórias no fluxo do vento. Pode ser causada por correntes térmicas ou convectivas, diferenças no relevo, variação na velocidade do vento ao longo de uma zona frontal, ou alterações na temperatura e pressão. (Fonte: Glossário Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica).
Centro de Comunicação Social da Aeronáutica - Fonte: CECOMSAER”

Já a segunda nota, do dia 29/05/09, é uma pérola da dissimulação e ocultação de tudo que falamos até agora. Veja você mesmo.

“Nota à imprensa: incidente aeronáutico - turbulência em aeronave civil

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) iniciou, no dia 26 de maio de 2009, a primeira fase da investigação dessa ocorrência, denominada “Ação Inicial”, que consiste em coletar o maior número possível de dados a fim de se analisar e, consequentemente, identificar os fatos que motivaram o episódio.

Ainda que a investigação do incidente se encontre nessa primeira fase (coleta de dados) e com o único objetivo de transmitir ao passageiro voando no Brasil confiança no serviço de meteorologia aeronáutica prestado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo - DECEA, este Centro esclarece:

1 - A Rede Meteorológica do Comando da Aeronáutica, denominada REDEMET, possui 106 Centros Meteorológicos de Aeródromo, 4 Centros Meteorológicos de Vigilância, 15 Centros Meteorológicos Militares e uma equipe de aproximadamente 700 profissionais trabalhando diuturnamente para prover informações meteorológicas à aviação em geral (http://www.redemet.aer.mil.br).

2 - Cabe especificamente aos Centros Meteorológicos de Vigilância (CMV) fornecer informações das previsões e das condições meteorológicas reinantes no espaço aéreo brasileiro.

3 - No dia 25 de maio de 2009, havia uma área de instabilidade meteorológica, na região próxima a São Paulo (SP), conforme divulgado por duas mensagens de alerta com informações significativas de mau tempo, denominadas SIGMET, expedidas pelo DECEA, cujo conteúdo transcrevemos abaixo:

Anônimo disse...

PART III

SIGMET 2
Trovoadas observadas e previstas durante o período de validade das 15h00 às 19h00 (local) do dia 25/05/09, associada a nuvens cumulonimbus (CB), dentro da área delimitada pelas seguintes localidades: Araçatuba-SP (fixo OCADO), Ribeirão Preto-SP (fixo QUITE), São José dos Campos-SP (fixo LOPES), Sorocaba-SP (fixo PREGO), Lins-SP (fixo RORAX) e Araçatuba-SP (fixo OCADO). Com topo das nuvens cumulonimbus a 41000 pés (12,5 quilômetros) movendo-se para este (E) /sudeste (SE) com velocidade de 20 quilômetros por hora e intensificando-se durante o período de validade da mensagem.

SIGMET 5
Trovoadas observadas e previstas durante o período de validade das 19h00 às 23h00 (local) do dia 25/05/09, associadas a nuvens cumulonimbus, dentro da área delimitada pelas seguintes localidades: Araçatuba-SP (fixo OCADO), Passos-MG (fixo VERME), Angra dos Reis-RJ (fixo TUBO), Guararema-SP (fixo LOPES), Pirajui-SP (fixo TOUPA) e Araçatuba-SP (fixo OCADO), com topo das nuvens cumulonimbus a 41000 pés (12,5 quilômetros) movendo-se para este (E) /nordeste (NE) com velocidade de 12 quilômetros por hora e sem modificação em sua intensidade durante o período de validade da mensagem.

Anônimo disse...

PART IV

4- Embora esses dados isolados não permitam uma conclusão sobre os fatores que contribuíram para esse incidente, é necessário destacar a qualidade do serviço meteorológico prestado às diversas aeronaves sobrevoando o espaço aéreo brasileiro.

Por fim, este Centro alerta que, somente após a análise de todos os dados coletados, o CENIPA poderá apresentar os fatores que contribuíram para esse incidente, bem como editar recomendações de segurança a fim de se evitar novas ocorrências desse tipo.

Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez
Chefe do CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA”

Para variar, vocês usuários do transporte aéreo, pagadores de impostos NUNCA conseguem ver todos os lados do prisma. NUNCA são informados em totalidade de absolutamente nada que é inerente a sua segurança enquanto usa o transporte aéreo. Seja na ocorrência de um INCIDENTE GRAVE como este que ocorreu com o TAM 8095 ou mesmo dos INÚMEROS INCIDENTES que ocorrem diuturnamente nos órgãos ATC e não são tornados públicos. Graças a má formação dos novos controladores de tráfego aéreo.

Tudo, claro, num patrocínio do DECEA.

Com base no exposto, sempre provendo a VERDADE e desmascarando os FILHOS-DE-ÍCARO perguntamos aos leitores:

1 – A tripulação do TAM 8095 recebeu, por alguns dos meios listados acima, as informações SIGMET Nº 2 e Nº 5, que em caráter de previsão, anunciavam o feito?

2- Se a tripulação recebeu a(s) informação (ões) SIGMET, por que nada fez?

3 – As informações SIGMET chegaram ao órgão ATC (ACC-BS) e consequentemente a seus setores?

4- Se chegaram aos setores do ACC-BS, foram repassadas às aeronaves que iriam sobrevoar a área delimitada para a previsão de turbulência?

Anônimo disse...

PART V

Agora, já observando o ocorrido (incidente grave de turbulência em ar claro) com o TAM 8095. E imaginando que a tripulação, tendo constatado o número de feridos e a perda de controle em vôo, teria notificado o órgão a respeito, ficam as perguntas:

1 – Por que não foram emitidos alertas posteriores a outras aeronaves? (a ser investigado) facilmente constatado no site;

http://www.redemet.aer.mil.br/consulta_msg/consulta_de_mensagem.php?ID_REDEMET=296f8ba1664a6c7fac12aeceb717f09b>

2 - Foi suspensa a operação RVSM no espaço aéreo com TURBULÊNCIA SEVERA?

3 – Como se delimita esta área, para a devida suspensão e reorganização do espaço aéreo RVSM?

Vai mais uma gotinha de sabedoria num mundo de ignorantes gerindo outros tantos sob a égide de “H” e “D”. Do modelo Operacional do ACC –BS, de 2009, p.67:

“5.9.5 SUSPENSÃO TOTAL DO PROCEDIMENTO RVSM

O ACC-BS deverá suspender a separação RVSM no espaço aéreo (Setor) correspondente ao que os pilotos informarem a existência de turbulência severa.”

Apesar da responsabilidade direta, da informação ser proveniente da tripulação, vemos aqui uma co-responsabilidade do ATCO, que, se por ventura, teve conhecimento do ocorrido com o TAM 8095, não repassou, não difundiu a quem de direito para a realização da suspensão do espaço aéreo RVSM.

Tudo por culpa dos ‘SUPER COMPETENTES’ formadores de recursos humanos para a prestação dos Serviços de Tráfego Aéreo. Os NGR (New Generation Reloaded), a nova geração de Controladores de Tráfego Aéreo, são alguns dos ‘meios’ para atingir alguns fins.

Finalidades duvidosas. Tais:

Como desacreditar um grupo de pessoas que busca o justo reconhecimento da nação.

Como preparar os próximos BOBES-EXPIATÓRIOS para o próximo acidente aéreo.

A nobreza dos NÃO-OMISSOS reside em:

Querer a sua PROFISSÃO REGULAMENTADA.

Querer TRANSPARÊNCIA nas ações de prevenção, análise e divulgação dos dados inerentes a prestação dos Serviços de Tráfego Áereo.

Querer ajudar o BRASIL a crescer pelo modal aéreo.

É pena que o Anexo 13 da OACI seja sempre invocado pelos gestores sistêmicos, para invocar um falso sentido de ‘JUSTCULTURE’ e encobrir suas incompetências e responsabilidades.

Qual seja – “De acordo com o Anexo 13 da Convenção de Chicago, o trabalho do CENIPA tem como único objetivo a prevenção de acidentes e incidentes aeronáuticos, por meio de elaboração de recomendações de segurança.”

Como já dissemos em outros escritos – ‘Estamos cansados de todos nós’.

...Caros brasileiros e brasileiras usuários do transporte aéreo, Controladores e Controladoras de Tráfego Aéreo NÃO-OMISSOS e demais curiosos que também não acreditam em meias-verdades ou meias-mentiras.

Anônimo disse...

PART VI

Como mencionado nas PARTES de I a V, você jamais verá todas as faces do prisma. As versões oficiais são só pra MASCARAR, OMITIR, MENTIR, NÃO ASSUSTAR, ESCONDER A INCOMPETÊNCIA,' Y OTRAS COSITAS MAS'.

"ESTE NÃO É UM PAÍS SERIO" - C.D.

LEIA ABAIXO E VEJA.

Último Segundo – 30/05/09

http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=30/05/2009&page=mostra_notimpol

Turbulência nem sempre é previsível, afirma Aeronáutica

SÃO PAULO - Na noite da última segunda-feira, após uma forte turbulência, 21 pessoas ficaram feridas no voo JJ8085, da companhia aérea TAM. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) investiga se a tripulação agiu corretamente e se poderia ter desviado da rota para evitar o acidente. Segundo o tenente Alexandre Spengler, do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, porém, nem toda turbulência pode ser prevista pelos pilotos.

A turbulência é causada por flutuações aleatórias no fluxo do vento. Ela pode ocorrer por correntes, diferenças no relevo, variação na velocidade do vento ao longo de uma zona frontal ou alterações na temperatura e pressão.

Antes e após o voo, os pilotos verificam o radar meteorológico para saber de possíveis problemas pelo caminho. Mas a corrente de ar não é percebida pelo aparelho, e sim a existência de nuvens, que podem indicar tempestades. “O radar detecta nuvens. Ele emite um pulso, bate na nuvem e detecta uma área mais densa”, explica o tenente Spengler, aviador há 22 anos.

Apesar dos radares apontarem a presença de áreas mais densas, ele afirma que nem toda turbulência está vinculada a uma nuvem. Nesse caso, a detecção pode ser impossível. “Você desvia pelo radar. Quanto mais vermelho, mais perigoso. Mas quando é turbulência em céu claro às vezes não dá para desviar, porque ela não aparece no radar”, afirma. De acordo com o tenente, isso pode ter sido o motivo do acidente no caso do avião da TAM, mas ressalta: “o que aconteceu só a investigação vai falar”

Céu de brigadeiro

Segundo o sargento Ricardo Miranda, meteorologista do Serviço Regional de Proteção ao Voo de São Paulo (SRPV- SP), o outono e o inverno são as estações com maior ocorrência de ‘turbulências de céu claro’. “Nessa época é bem frequente esse tipo de fenômeno, porque tem temperaturas mais baixas e um contraste entre a temperatura da região e a temperatura do Equador”, afirma. O meteorologista explica, ainda, que pela falta de detecção de turbulências no radar, o chamado ‘céu de brigadeiro’ também pode representar risco de chacoalhões inesperados.

Na maioria dos casos, os pilotos geralmente conseguem se prevenir contra consequências graves na hora das turbulências. “Quando o piloto está voando e sabe que existe uma condição de chuva, ou com nuvens carregadas, já sabe que vai passar por algum tipo de turbulência. Então o piloto pode tomar algumas providências para evitar. Mas esse tipo de turbulência [de céu claro] você não enxerga”, diz o tenente coronel Demarchi, do SRPV.
De acordo com Demarchi, um procedimento que ajuda os pilotos é a comunicação de ocorrências. Um avião que já passou por uma área de turbulência avisa as coordenadas do local e os outros podem se preparar ou fazer o desvio. Porém, ele afirma que o risco de uma ocorrência ser forte a ponto de deixar feridos é baixo. “Já passei por turbulência de céu claro, mas nada que fosse perigoso suficiente para machucar”.

“Está no avião? Cinto de segurança”
Para o tenente da Aeronáutica Alexandre Spengler, independentemente das causas do acidente da TAM, é fundamental que as pessoas se preocupem sempre com o uso do cinto de segurança durante a viagem. “Às vezes a luz do cinto está acesa e tem gente que não se preocupa. É importante ficar sentado com o cinto afivelado”, orienta.

CONTINUA...

Anônimo disse...

PART VII

O comissário Sílvio**, que tem 29 anos de carreira, faz coro: “A gente faz um anúncio de bordo.

Alguns passageiros não escutam, não obedecem, acham que não vai acontecer nada com eles. Por mais que a gente passe, cheque, alguns são reticentes”. Segundo ele, apesar de haver o risco de acidentes, as pessoas não devem entrar em pânico caso o avião comece a ‘balançar’. “Não precisa ter receio nenhum, porque os comissários e os pilotos têm preparação para isso”.

No caso do voo da TAM, o aviso para atar cintos foi feito pouco antes da turbulência, segundo passageiros. Ronald Psicopo lembra dos momentos de pânico dentro do avião: “Do meu lado um passageiro foi arremessado para o teto, ele ficou grudado no teto, não foi nem uma cabeçada, eu pude vê-lo deitado e alguns segundos depois ele foi arremessado para o chão”.

De acordo com o Sílvio, o ocorrido foi uma exceção. “Não é comum esse tipo de ocorrência, normalmente são turbulências previstas, o comandante avisa os comissários, é feito um anúncio de bordo e as pessoas afivelam os cintos”. Apesar das aeronaves possuírem uma luz que indica a necessidade de usar o aparelho de segurança, o comissário destaca que o ideal seria que os passageiros mantivessem o cinto atado durante todo o tempo em que estivessem sentados. “Está no avião? Cinto de segurança!”, alerta.

Feridos no ar

Segundo o último boletim divulgado pela TAM, a empresa dá assistência a duas passageiras do voo JJ 8095, que passou por turbulência em São Paulo. Uma delas está hospitalizada, com fraturas; a segunda, que está em casa, passou por consulta médica e ainda vai passar por exames.

Permanecem internados em hospitais de São Paulo, desde segunda-feira, outros dois passageiros, com fraturas. Ana Maria Lima, de 73 anos, sofreu fratura no fêmur e na coluna e foi operada no Oswaldo Cruz nesta quinta-feira. Segundo a assessoria do hospital, ela está em observação para recuperação pós-anestésica, e deve receber alta em seis dias.

Francisco Celestino Garcia Júnior, de 59 anos, foi operado na última terça-feira para a correção da fratura no fêmur no Hospital Albert Einstein, mas o hospital não informou se há previsão de alta. A passageira menor de idade que também teve diagnóstico de fratura passou por cirurgia em um hospital de Ribeirão Preto e já está em casa.

O médico Paulo Ozon Monteiro da Silva, professor da Universidade Federal de São Paulo, explica que, quando sujeitas a movimentos bruscos, algumas pessoas podem sofrer distúrbio transitório da circulação sanguínea no cérebro provocando tontura e náuseas.

** A empresa aérea em que Sílvio trabalha não autorizou a divulgação do nome da companhia e do sobrenome do entrevistado.

Anônimo disse...

Caros Controladores de Tráfego Aéreo NÃO-OMISSOS, eu como um de vós, estou triste, revoltado e sem palavras.

Dia 31/05/09 por volta de 2314 P, provavelmente enviou seus últimos sinais. Leia um trecho da NOTA 1 do CECOMSAER.

“A aeronave da AIRFRANCE decolou do Aeroporto do Galeão às 19h30 (horário de Brasília). Às 22h33 (horário de Brasília) o vôo AFR 447 realizou o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (CINDACTA III) na posição INTOL (565 quilômetros de Natal RN), informando que ingressaria no espaço aéreo de DAKAR - Senegal (posição TASIL – 1.228 quilômetros de Natal RN), às 23h20 (horário de Brasília). Às 22h48 (horário de Brasília), quando a aeronave saiu da cobertura radar do CINDACTA III, de Fernando de Noronha, as informações indicavam que a aeronave voava normalmente a 35.000 pés (11 quilômetros) de altitude e a uma velocidade de 453 KT (840 quilômetros por hora).

No horário estimado para a posição TASIL (23h20), a aeronave da AIRFRANCE não efetuou o contato rádio previsto com o CINDACTA III, o que foi informado ao Controle DAKAR.”

Desaparecia uma aeronave de matrícula francesa, com 216 passageiros e 12 tripulantes em Zona Econômica Exclusiva (ZEE) brasileira, oceano atlântico, área de responsabilidade do ACC-RE, mais especificamente SBAO, FIR Atlântico. O vôo AFR 447, SBGL-LFPG, A332, FL350, UN873...
O pequeno intróito é para posicioná-lo. Agora vamos à crítica, que a meu ver devemos ler e ficar calados. Engolir. Enfim, segue:

‘SOMOS UM BANDO DESORGANIZADO. SEM VERGONHA NA CARA. SEM INTERESSE TÉCNICO-PROFISSIONAL. DESMOTIVADOS. DESUNIDOS. COM INTERESSES MESQUINHOS E INDIVIDUALISTAS. ’

Sabem por quê? Percorram os poucos BLOGS de ATCOs Brasileiros que ainda ousam postar alguma coisa e vejam. NÃO HÁ NADA a respeito. NENHUMA PALAVRA.

Novamente um bando de desqualificados (fardados ou não – ativa ou reserva) são as vozes para falar a respeito do tema. Falam pelos cotovelos. Falam. Falam até... bem, deixa pra lá.

Há aspectos importantes relacionados ao ocorrido que envolvem os ATCOS.

Tenho pena de todos nós. SOMOS UM BANDO DE MISERÁVEIS. NASCEMOS PARA SER BODES-EXPIATÓRIOS.

DICA: Se vier a tona os Filhos de Ícaro perdem toda aquela banca do BOLIMPE 03/09. Aquele que parabeniza pelos NOVENTA E TANTOS PORCENTO:

“CENIPA: Também ligado à Aeronáutica, é o órgão central de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos do País. Nota: 96”

“DECEA: Subordinado ao Comando da Aeronáutica, gerência recursos humanos e equipamentos empregados no controle do tráfego aéreo civil e militar, além de atuar na defesa do espaço aéreo. Nota: 95”

Pelo menos, se continuarmos assim, CALADOS, PROSTRADOS, APÁTICOS sobre os temas que nos envolvem a única nota que será mantida ou elevada é a do CENIPA. Pois este se tornará EXPERT em achar destroços, analisar e emitir relatórios finais.

Triste anagrama de CENIPA.
“IN PACE” = Em paz.
ATCOs Brasileiros, R.I.P

Anônimo disse...

Pra você Controlador de Tráfego Aéreo, usuário do transporte aéreo, jornalista, curioso, parente de vítima de acidente aéreo. Enfim, BRASILEIRO.

Sobre as postagens acima.

Cobrem das autoridades.

Há uma sinistra ligação entre os ocorridos em 25/05/09 (TAM 8095 Miami - São Paulo), um INCIDENTE AERONÁUTICO, próximo a Pirassununga (PSN). E o trite ACIDENTE AERONÁUTICO de 31/05/09 (AFR 447 - Rio de Janeiro - Paris) com 228 VIDAS PERDIDAS.

Em comum possuem:

1- Fenômenos meteorológicos previsíveis;

2- Fator Humano. Controladores de Tráfego Aéreo Brasileiros. Pretadores diretos de informações às aeronaves;

Esta é a trilha a ser seguida.

ATCBRASIL disse...

Caro amigo,

muito obrigado por ter manifestado a sua opinão e por ter publicado este texto.

Vamos analisar o seu texto e tentar dar uma resposta.

Um abraço ATC BRASIL

Anônimo disse...

Vejam o que é ser TRANSPARENTE na visão do COMAER.

No NOTIMP de 15/06/09, encontrado no link

http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=15/06/2009&page=mostra_notimpol#17

Saiu uma matéria relacionada ao acidente do AFR 447. Nomeada como "O que não dizem a você antes de embarcar".

A matéria saiu na Revista Época, Nº 578, de 15 de junho de 2009, ISSN 14155494. O que há de interessante é que:

1º - A referida matéria impressa na revista tem início na página 84 e prossegue até a página 90;

2º - No trecho do NOTIMP do dia 15/06/09, ela tem início na p.84 e termina na p.87 no quadro estatístico de modo incompleto;

3º - Na altura da página 90 há um trecho que menciona o Sr. Christoph Gilgen, membro da IFATCA como fonte de uma informação a respeito de mensagens ACARS.

CONCLUSÃO - O COMAER quer ver o diabo, falar dele e valorizá-lo, mas CHRISTOPH GILGEN, jamais !

Até porque muitos dos ATCOS brasileiros não o conhecem. Não ouviram falar desta pessoa.

Não sabem que ele CHRISTOPH GILGEN (SUÍÇO -SKYGUIDE), VIRGÍLIO BELO (PORTUGUÊS, NAV-PT) E A DRA. ISABEL CAMBRAIA (PORTUGUESA, NAV-PT, CISM) foram destacados pela IFATCA para apoiar os ATCOS envolvidos direta e indiretamente no acidente de 29/09/06 (GOL1907 e N600XL)e vieram ao Brasil.

Você gosta do mundo ATC ?

Que saber mais a respeito ?

Pergunte a quem sabe. E saiba o caminho para a VERDADE.

A ABCTA - Brasília terá prazer em contar a VERDADEIRA história dessas pessoas e seus feitos de apoio.

Por fim...fica a mensagem:

"FORÇA AÉREA BRASILEIRA - Asas que protegem o País." (de você mesmo e da VERDADE)