quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

FORBES: Aeroportos brasileiros estão entre os piores

Atrasos em vôos

Terça, 15 de janeiro de 2008, 20h49 Atualizada às 21h02

Forbes: aeroportos do País estão entre os piores

Três aeroportos brasileiros se encontram entre os piores do mundo quanto à pontualidade na saída de seus vôos, segundo ranking divulgado hoje pela revista Forbes. O primeiro posto desse ranking é ocupado pelo Aeroporto Internacional de Brasília, onde em 2007 menos de 27% dos vôos saíram na hora prevista e o atraso em média foi de 52 minutos.

Calcula-se que no ano passado utilizaram esse aeroporto pelo menos dez milhões de passageiros, segundo os dados publicados pela Forbes, que assegura que os terminais aéreos do País são os que acumularam os piores históricos com relação à pontualidade.

O segundo posto no ranking dos aeroportos menos pontuais pertence ao Aeroporto Internacional de Pequim, o segundo mais popular da China e de onde apenas saíram de forma pontual 33% dos vôos em 2007, a apenas um ano da realização na cidade dos Jogos Olímpicos.

Imediatamente atrás do aeroporto chinês encontram-se dois brasileiros: o de Cumbica, em Guarulhos, e o de Congonhas, na capital paulista, ainda segundo a publicação.

Apenas 41% e 43% dos vôos, respectivamente, saíram desses aeroportos na hora prevista. Completam o ranking da Forbes o Aeroporto Internacional do Cairo, o segundo mais freqüentado da África, com percentagem de pontualidade em decolagens de 47%, e o Charles de Gaulle, de Paris, com 50%.

Chegadas atrasadas
A publicação americana também divulgou nesta terça-feira uma lista dos aeroportos que mais atraso acumularam nas chegadas de vôos em 2007. Nesse ranking, os líderes são o Aeroporto Internacional Chhatrapati Shivaji, de Mumbai, com pontualidade de 44%, e o Aeroporto Internacional Indira Gandhi, de Délhi, com 45%.

Em terceiro lugar aparece Congonhas, com 54% dos vôos de chegada na hora prevista. Completam a lista os nova-iorquinos de La Guardia, com pontualidade de 58%, e Internacional de Newark, com 58%.

EFE
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